Não falamos mais Dia do Índio, falamos Dia dos Povos Indígenas”; sim, há diferença.

Na visão da professora Ane Keila Firmo Alves, indígena, a resposta é: “Não se usa mais Dia do Índio, isso nos remete ao singular. Nós falamos ‘Dia dos Povos Indígenas’. Quando se fala de índio, é sempre de uma forma muito genérica. Quando se fala povos indígenas, estamos diferenciando cada cultura”.

A professora Ane Keila é de uma comunidade indígena em São Gabriel da Cachoeira (AM) e sempre lutou pela desconstrução da imagem do índio presente no imaginário popular.

Outro nome importante é o de Sônia Guajajara. Desde muito cedo entendeu que precisava lutar contra o anonimato, contra a invisibilidade dos povos indígenas. “Todo tempo eu queria encontrar um rumo, um jeito de como trazer essa história e essa vida dos povos indígenas para um conhecimento da sociedade.”

“O que a gente faz beneficia todas as pessoas. Não é uma “luta de índio”, mas uma luta pelo planeta. É bem importante as pessoas saberem que nós, indígenas, somos 5% da população mundial e conseguimos proteger com o nosso modo de vida próprio 82% da biodiversidade que existe ainda viva no planeta. Por isso a luta tem que ser compreendida e abraçada por todo mundo…”


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