#MÊSDOORGULHOLGBTQIA+

No mês do orgulho LGBTQIA+ lançamos a campanha: “É para se orgulhar mesmo!” e, com pequenas postagens, que também são lembretes diários de fatos das vidas das pessoas que pertencem a comunidade LGBTQIA+, se irá dialogar e debater sobre elas com o intuito de fazer você refletir. Essas mensagens são para todes.

O direito ao afeto é um direito legado a todes pois, ser amado e se sentir amado traz inúmeros benefícios não só para a saúde mental das pessoas como propicia qualidade de vida. Se sentir amado e poder deixar isso vir à tona em diferentes espaços, faz com que a pessoa tenha um senso de pertencimento maior em sociedade além de um aumento do bem-estar pessoal. E afeto é afeto, não é mesmo? É muito bom demonstrá-lo e senti-lo.

Mas por que então existem pessoas que insistem em dizer que casais LGBTQIA+ só devem demonstrar afeto entre 4 paredes em seus respectivos lares? A resposta para isso é a LGBTQIA+fobia estrutural! Por causa dela, geralmente pessoas cis-héteros, acham que somente elas podem demonstrar afeto publicamente com a ideia de que a única sexualidade e identidades possíveis são essas e as únicas que devem ser veiculadas e permitidas.
Essa ideia é tão arraigada, que essas pessoas tendem a cercear até as crianças, dizendo que elas não podem ver casais LGBTQIA+ demonstrando afeto, pois isso vai influenciá-las.

Cabe uma pergunta: Por que as crianças não podem ver casais diferentes da heterocisnorma? Qual o problema com a pluralidade existente de formas de afeto? A resposta já foi dada. E pode ter certeza de que não irá influenciá-las pois a pessoa que escreve esse post (que é uma pessoa trans) cresceu a vida inteira sofrendo transfobia e sendo direcionada a ser CIS e mesmo assim, continuei sendo o que sempre fui: TRANS!

Vale lembrar que LGBTQIAfobia é crime e que qualquer casal LGBTQIA+ que sofrer violência deve denunciar. Uma dica que deixamos para vocês assistirem é: o documentário “O meu afeto te afeta?”. Que é um documentário que aborda várias questões trazidas acima.

Orgulhe-se!


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