Estruturando a agenda de advocacy

Uma vez definidos os temas e o foco da atuação da organização junto ao poder público, é fundamental especificar e organizar a agenda de advocacy. E assim, entender as políticas políticas subjacentes aos temas, os níveis de prioridade e associação, os objetivos das ações e os níveis de prioridade. A definição dos temas e subtemas e a investigação das políticas públicas existentes servem para entender o “estado da arte” e o que é necessário priorizar, seja alteração na norma jurídica, os recursos orçamentários, a implementação, avaliações e resultados, e tomada de decisão. Ou ainda, formular uma nova política para atender grupos e direitos que não estão no centro da discussão pública.

Diante disso, a estrutura da agenda de advocacy da organização deve partir dessas variáveis para estabelecer ações e tópicos em diferentes níveis de prioridade, desde o mais importante (núcleo) ao que é mais secundário, e que não exigirá, necessariamente, a incidência direta. Uma estrutura sugerida para organização envolve a definição dos temas e subtemas, e a partir disso, organizar em três níveis de prioridade: onde o núcleo envolve tópicos que merecem monitoramento constante, reuniões com tomadores de decisão, campanhas de advocacy, pressão e diferentes repertórios. A segunda camada envolve assuntos relevantes e que são acompanhados, mas que não estão na prioridade, seja por conta da agenda política, mas a qualquer momento pode adentrar ao campo. Aqui estamos falando de temas que normalmente são apoiados, mas protagonizados por outras organizações/redes/movimentos.

Já a última camada, diz respeito aos tópicos que são importantes e estão incorporados à agenda, mas são apenas monitorados sem incidência direta.

Neste trabalho é fundamental objetividade, concretude, capacidade realista e senso de priorização.


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