Fundo Positivo divulga os 15 projetos escolhidos no 8º edital de seleção

No total, participaram 120 projetos de Organizações da Sociedade Civil

O Fundo Positivo divulga os 15 projetos escolhidos através do 8º edital de seleção pública de 2021, com ações de Organizações da Sociedade Civil voltadas para prevenção à violência doméstica da mulher, apoio à saúde da população idosa, autocuidado/saúde mental e atividades de prevenção e cuidados em HIV/Aids.

No total, o Fundo Positivo recebeu a inscrição de 120 projetos, de vários estados brasileiros. Este ano o tema definido foi “Sensibilização Comportamental e Saúde Digital: Prevenção e Cuidados no Campo das IST’S/HIV/AIDS, Saúde Sexual  Reprodutiva”.  

Ao lançar o 8º edital de seleção pública, o Fundo Positivo teve como propósito beneficiar, através das Organizações da Sociedade Civil, a população LGBTQI+, jovens, mulheres, negros, idosos e população em situação de rua, com ações relacionadas ao enfrentamento de HIV/Aids, saúde mental, apoio psicossocial.

Segundo Harley Henriques, coordenador geral do Fundo Positivo, os projetos selecionados serão executados neste ano. Para Henriques, as ações vão contemplar temas de grande relevância em um momento tão delicado que a sociedade vive atualmente, causado pela pandemia de COVID-19.

 “Assim como 2020, o ano de 2021 é igualmente desafiador. As diversas situações de vulnerabilidade que nos deparamos, como a do morador em situação de rua que vive com HIV/Aids, idosos LGBTQI+ e mulheres vítimas de violência doméstica, precisam ser amparadas. E mais uma vez o Fundo Positivo vai contribuir com as Organizações da Sociedade Civil que atendem essas pessoas”, afirma Henriques.

Margareth Goldenberg, CEO na Goldenberg Diversidade, uma das participantes do comitê de seleção de projetos, conta que essa foi uma oportunidade de conhecer iniciativas de todas as regiões do país.

“Colaborar como parte do comitê foi prazeroso, tive a chance de conhecer iniciativas de todas as regiões do Brasil, com trabalhos muito interessantes de prevenção da área de saúde, de empoderamento feminino, educação, com públicos muito  vulneráveis. Uma oportunidade de indicar iniciativas que podem se potencializar com o apoio do Fundo  Positivo e se transformar em iniciativas até mais poderosas, que impactem mais e mais pessoas com menos oportunidade”, diz Margareth.

 A travesti e escritora Amara Moira, que também integrou o comitê de seleção de projetos, avalia a experiência como um momento de alegria pelo acesso a uma outra perspectiva em prol das lutas da categoria. “Projetos os mais variados, do país inteiro, reinventando a maneira de pensarmos o enfrentamento ao HIV/Aids, aos estigmas, às discriminações. Sou muito grata ao Fundo Positivo pelo convite, muito grata por tudo que pude aprender nesses dias de avaliação e deliberação”, descreve Amara.

Ao longo de 6 anos, o Fundo Positivo já financiou projetos de 150 organizações sem fins lucrativos em todo o Brasil e que atendem uma ampla população. 

 O processo de seleção contou com a colaboração voluntária de um comitê externo de seleção de projetos composto pelos representantes das seguintes instituições: Márcia Colombo, Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis do  Ministério da Saúde;  Margareth Goldenberg – CEO na Goldenberg Diversidade – Gestora Executiva;  Ivone de Paula – Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS – CRT-SP;  Amara Moira, travesti e escritora; Anita Campos, médica infectologista;  Mariane Nunes do ICOM – Instituto Comunitário Grande Florianópolis.

Confira os nomes das organizações que tiveram seus projetos selecionados.

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