{"id":1538,"date":"2021-04-15T11:15:40","date_gmt":"2021-04-15T14:15:40","guid":{"rendered":"http:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/?p=1538"},"modified":"2021-04-15T11:15:40","modified_gmt":"2021-04-15T14:15:40","slug":"casais-sorodiferentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/materiais-informativos\/cards\/casais-sorodiferentes\/1538\/","title":{"rendered":"Casais Sorodiferentes"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"341\" src=\"http:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/01-1-1024x341.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1539\" srcset=\"https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/01-1-1024x341.png 1024w, https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/01-1-300x100.png 300w, https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/01-1-768x256.png 768w, https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/01-1-1536x512.png 1536w, https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/01-1-2048x683.png 2048w, https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/01-1-1140x380.png 1140w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"341\" src=\"http:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/02-1024x341.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1541\" srcset=\"https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/02-1024x341.png 1024w, https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/02-300x100.png 300w, https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/02-768x256.png 768w, https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/02-1536x512.png 1536w, https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/02-2048x683.png 2048w, https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/02-1140x380.png 1140w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Casais sorodiferentes \u00e9 quando um dos parceiros vive com HIV e o outro n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Falar sobre o HIV ainda \u00e9 um tabu para muitas pessoas. Sabemos que pode ser muito dif\u00edcil falar da soropositividade positiva para o HIV. Devido a uma s\u00e9rie de estigmas, o HIV n\u00e3o \u00e9 o primeiro t\u00f3pico que surge quando a maioria dos casais come\u00e7a a namorar.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 se sabe que pessoas vivendo com HIV com carga viral indetect\u00e1vel n\u00e3o transmitem o v\u00edrus &#8211; I = I (I = I &#8211; Indetect\u00e1vel igual Intransmiss\u00edvel). Manter a carga viral sob controle \u00e9, portanto, um recurso de prote\u00e7\u00e3o constante em casais sorodiferentes. Contudo, existem ainda outras estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o que podem ser adotadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Importante saber que pessoas em relacionamentos de sorodiferentes t\u00eam de enfrentar todas as mesmas coisas que outros casais.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos conhecer algumas lindas hist\u00f3rias de amor sorodiferentes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>R\u00f4mulo e Eva<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Eles se conheceram em 2017, em um evento de dan\u00e7a. R\u00f4mulo, ainda n\u00e3o sabia que vivia com HIV. Com uma semana ap\u00f3s se conhecerem, ele fez um teste e o resultado foi positivo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTivemos v\u00e1rios conflitos com nossos valores sociais, por falta de informa\u00e7\u00e3o. Eu pensei que meu tempo de vida seria curto.&nbsp; Tivemos de superar o discurso que ouvimos a vida inteira de que o infectado pelo HIV <em>&nbsp;\u2018morrer\u00e1 seco em uma cama de hospital de aid\u00e9tico\u2019<\/em>. Juntos, enfrentamos os estigmas sociais e Eva tornou-se a minha principal parceira. Ela abriu meus olhos e me deu for\u00e7as para iniciar o tratamento\u201d. (R\u00f4mulo)<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo destes anos, eles aprenderam juntos que \u00e9 viver com HIV.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Cuidamos um do outro. Eva \u00e9&nbsp; meu pilar para superar o peso que \u00e9 ser diagnosticado com HIV e eu me cuido para n\u00e3o transmitir\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Eva e R\u00f4mulo est\u00e3o casados h\u00e1 3 anos. Ele mant\u00e9m religiosamente o tratamento antirretroviral (TARV).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cVivemos uma vida igual a todos os outros casais\u201d (Eva)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>@rominhoamorim&nbsp;&nbsp; @souevapires<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>L\u00e9o e Maur\u00edcio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Maur\u00edcio e L\u00e9o moram em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, eles frequentavam&nbsp; os mesmos lugares desde crian\u00e7a, mas s\u00f3 tiveram a primeira intera\u00e7\u00e3o depois de adultos. No dia 16 de maio de 2016 ficaram pela primeira vez e desde ent\u00e3o est\u00e3o juntos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEle j\u00e1 se aproximou de mim sabendo da minha sorologia e sabendo muita coisa sobre o HIV e AIDS. Isso demonstra como a informa\u00e7\u00e3o e o conhecimento ajudam para terminar com o estigma e a discrimina\u00e7\u00e3o. \u00c9 interessante como o HIV nunca foi quest\u00e3o em nosso relacionamento. Apenas nos amamos e pronto. \u00c9 incr\u00edvel que estamos completando cinco anos em 2021\u201d. (L\u00e9o)<\/p>\n\n\n\n<p>Para eles, \u00e9 importante falar sobre o assunto, porque muitas pessoas vivendo com HIV e AIDS acham que jamais ser\u00e3o amadas novamente. O recado que eles d\u00e3o \u00e9:&nbsp; \u201cN\u00e3o desistam nunca do amor!\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>@leocezimbra @mauriciocendon<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Jo\u00e3o e Gabriel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Jo\u00e3o e Gabriel come\u00e7aram a namorar em setembro de 2020, em meio \u00e0 pandemia. J\u00e1 se conheciam h\u00e1 alguns anos. Jo\u00e3o vive em Goi\u00e2nia, \u00e9 professor, ativista de direitos humanos e vive com HIV h\u00e1 quase 20 anos. Gabriel vive em Bras\u00edlia, \u00e9 estudante de medicina e soronegativo.<\/p>\n\n\n\n<p>A sorologia positiva para o HIV nunca foi um problema para os dois e o di\u00e1logo sempre foi uma ferramenta importante no relacionamento. Jo\u00e3o faz tratamento com medicamentos antirretrovirais e est\u00e1 com a carga viral indetect\u00e1vel. Ambos sabem que n\u00e3o h\u00e1 risco de transmiss\u00e3o do v\u00edrus entre o casal.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse per\u00edodo de isolamento social, eles t\u00eam contado com o apoio um do outro para enfrentar os desafios que a pandemia tem imposto a todes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>@nettinhos e @gabrielxandeco<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Amor \u00c9 Sempre Positivo!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Refer\u00eancia:<\/p>\n\n\n\n<p>SOUZA, Cl\u00e1udio. Os casais sorodiscordantes: o amor vence todas as barreiras? Blog Soropositivo.Org, S\u00e3o Paulo, 06 abr. 2019. Dispon\u00edvel em: https:\/\/soropositivo.org\/2019\/03\/09\/os-casais-sorodiscordantes\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Casais sorodiferentes \u00e9 quando um dos parceiros vive com HIV e o outro n\u00e3o. Falar sobre o HIV ainda \u00e9 um tabu para muitas pessoas. 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Com uma semana ap\u00f3s se conhecerem, ele fez um teste e o resultado foi positivo. \u201cTivemos v\u00e1rios conflitos com nossos valores sociais, por falta de informa\u00e7\u00e3o. Eu pensei que meu tempo de vida seria curto.&nbsp; Tivemos de superar o discurso que ouvimos a vida inteira de que o infectado pelo HIV &nbsp;\u2018morrer\u00e1 seco em uma cama de hospital de aid\u00e9tico\u2019. Juntos, enfrentamos os estigmas sociais e Eva tornou-se a minha principal parceira. Ela abriu meus olhos e me deu for\u00e7as para iniciar o tratamento\u201d. (R\u00f4mulo) Ao longo destes anos, eles aprenderam juntos que \u00e9 viver com HIV. &#8220;Cuidamos um do outro. Eva \u00e9&nbsp; meu pilar para superar o peso que \u00e9 ser diagnosticado com HIV e eu me cuido para n\u00e3o transmitir\u201d. Eva e R\u00f4mulo est\u00e3o casados h\u00e1 3 anos. 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(L\u00e9o) Para eles, \u00e9 importante falar sobre o assunto, porque muitas pessoas vivendo com HIV e AIDS acham que jamais ser\u00e3o amadas novamente. O recado que eles d\u00e3o \u00e9:&nbsp; \u201cN\u00e3o desistam nunca do amor!\u201d @leocezimbra @mauriciocendon Jo\u00e3o e Gabriel Jo\u00e3o e Gabriel come\u00e7aram a namorar em setembro de 2020, em meio \u00e0 pandemia. J\u00e1 se conheciam h\u00e1 alguns anos. Jo\u00e3o vive em Goi\u00e2nia, \u00e9 professor, ativista de direitos humanos e vive com HIV h\u00e1 quase 20 anos. Gabriel vive em Bras\u00edlia, \u00e9 estudante de medicina e soronegativo. A sorologia positiva para o HIV nunca foi um problema para os dois e o di\u00e1logo sempre foi uma ferramenta importante no relacionamento. Jo\u00e3o faz tratamento com medicamentos antirretrovirais e est\u00e1 com a carga viral indetect\u00e1vel. Ambos sabem que n\u00e3o h\u00e1 risco de transmiss\u00e3o do v\u00edrus entre o casal. Nesse per\u00edodo de isolamento social, eles t\u00eam contado com o apoio um do outro para enfrentar os desafios que a pandemia tem imposto a todes. @nettinhos e @gabrielxandeco O Amor \u00c9 Sempre Positivo! Refer\u00eancia: SOUZA, Cl\u00e1udio. Os casais sorodiscordantes: o amor vence todas as barreiras? Blog Soropositivo.Org, S\u00e3o Paulo, 06 abr. 2019. 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