{"id":1992,"date":"2021-08-26T15:07:38","date_gmt":"2021-08-26T18:07:38","guid":{"rendered":"https:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/?p=1992"},"modified":"2021-08-26T15:08:21","modified_gmt":"2021-08-26T18:08:21","slug":"a-hora-de-contar-a-crianca-sobre-o-seu-diagnostico","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/artigos\/a-hora-de-contar-a-crianca-sobre-o-seu-diagnostico\/1992\/","title":{"rendered":"A hora de contar \u00e0 crian\u00e7a sobre o seu diagn\u00f3stico"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"http:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/CardArtigo_Crianca-1024x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1994\" srcset=\"http:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/CardArtigo_Crianca-1024x1024.jpeg 1024w, http:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/CardArtigo_Crianca-300x300.jpeg 300w, http:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/CardArtigo_Crianca-150x150.jpeg 150w, http:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/CardArtigo_Crianca-768x768.jpeg 768w, http:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/CardArtigo_Crianca-75x75.jpeg 75w, http:\/\/fundopositivo.org.br\/saudepositiva\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/CardArtigo_Crianca.jpeg 1080w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A curiosidade t\u00e3o presente e t\u00e3o marcante na inf\u00e2ncia vai fazer que, um dia, uma crian\u00e7a com HIV pergunte aos adultos o motivo dela precisar de rem\u00e9dios, exames frequentes e consultas m\u00e9dicas. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Em recente reportagem publicada pelo UOL, que abordou o tema HIV em crian\u00e7as, a orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 de que o momento conte com uma equipe multidisciplinar, franqueza e informa\u00e7\u00e3o. Ao UOL, Aroldo Prohmamm de Carvalho, infectologista pediatra, professor titular de pediatria da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e titular do Departamento Cient\u00edfico de Infectologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), disse que s\u00e3o usados materiais l\u00fadicos com anima\u00e7\u00f5es, hist\u00f3rias em quadrinhos, falar que os soldadinhos do corpo dele est\u00e3o com problemas de defesa etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas \u00e9 verdade que algumas fam\u00edlias optam pela omiss\u00e3o, fato que \u00e9 desaconselhado pelos m\u00e9dicos. Empoderar o paciente \u00e9 outro passo importante para ele ser um aliado e saber lidar com a patologia, na opini\u00e3o do tamb\u00e9m m\u00e9dico Fabr\u00edcio Silva Pessoa, infectologista pediatra do Hospital Universit\u00e1rio da UFMA (Universidade Federal do Maranh\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ele, \u00e0s vezes, ao receber a not\u00edcia, o jovem j\u00e1 incorporou o diagn\u00f3stico. Ficou sabendo na escola, na internet. A idade depende muito da maturidade, mas por volta dos 10, 12 anos, acontece essa conversa. De forma tranquila e sem traumas. Ter HIV n\u00e3o \u00e9 mais senten\u00e7a de nada e, com o tratamento adequado, a carga viral \u00e9 indetect\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale lembrar que a rotina do paciente depende do quadro de sa\u00fade. E, por esta raz\u00e3o, \u00e9 personalizada. Em m\u00e9dia, as consultas e exames ocorrem a cada tr\u00eas ou seis meses. A pr\u00f3pria equipe do servi\u00e7o de sa\u00fade que assiste a esse paciente, com certeza, ter\u00e1 um papel importante nesse processo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A curiosidade t\u00e3o presente e t\u00e3o marcante na inf\u00e2ncia vai fazer que, um dia, uma crian\u00e7a com HIV pergunte aos adultos o motivo dela precisar de rem\u00e9dios, exames frequentes e consultas m\u00e9dicas. \u00a0 Em recente reportagem publicada pelo UOL, que abordou o tema HIV em crian\u00e7as, a orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 de que o momento conte com uma equipe multidisciplinar, franqueza e informa\u00e7\u00e3o. Ao UOL, Aroldo Prohmamm de Carvalho, infectologista pediatra, professor titular de pediatria da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e titular do Departamento Cient\u00edfico de Infectologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), disse que s\u00e3o usados materiais l\u00fadicos com anima\u00e7\u00f5es, hist\u00f3rias em quadrinhos, falar que os soldadinhos do corpo dele est\u00e3o com problemas de defesa etc. Mas \u00e9 verdade que algumas fam\u00edlias optam pela omiss\u00e3o, fato que \u00e9 desaconselhado pelos m\u00e9dicos. Empoderar o paciente \u00e9 outro passo importante para ele ser um aliado e saber lidar com a patologia, na opini\u00e3o do tamb\u00e9m m\u00e9dico Fabr\u00edcio Silva Pessoa, infectologista pediatra do Hospital Universit\u00e1rio da UFMA (Universidade Federal do Maranh\u00e3o). Segundo ele, \u00e0s vezes, ao receber a not\u00edcia, o jovem j\u00e1 incorporou o diagn\u00f3stico. Ficou sabendo na escola, na internet. A idade depende muito da maturidade, mas por volta dos 10, 12 anos, acontece essa conversa. De forma tranquila e sem traumas. Ter HIV n\u00e3o \u00e9 mais senten\u00e7a de nada e, com o tratamento adequado, a carga viral \u00e9 indetect\u00e1vel. Vale lembrar que a rotina do paciente depende do quadro de sa\u00fade. E, por esta raz\u00e3o, \u00e9 personalizada. Em m\u00e9dia, as consultas e exames ocorrem a cada tr\u00eas ou seis meses. 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