Racismo e recortes raciais na Covid-19

As desigualdades sociais apresentam um forte impacto na resposta de brasileiras e brasileiros à pandemia do novo coronavírus. Isso atinge em cheio a população negra, que representa a maioria de indivíduos vivendo em vulnerabilidade social no Brasil e acumula as tão faladas comorbidades, como hipertensão, diabetes e tuberculose, que são nada mais do que o reflexo das condições desiguais às quais está submetida ao longo da vida. Segundo os dados epidemiológicos da Prefeitura de São Paulo, por exemplo, o risco de morte de pessoas negras por Covid-19 era 62% maior em relação às pessoas brancas.

Nosso primeiro convidado confirmado é Alexandre da Silva, doutor em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP) e membro do Grupo de Trabalho Racismo e Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). Élida Miranda, coordenadora de projetos do Fundo Positivo, e Harley Henriques, coordenador geral do Fundo Positivo, serão os mediadores dessa live, que será realizada na próxima quarta-feira (22) às 19 horas.


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